SONS DO INFERNO
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS
MISSÕES NACIONAIS
Jaqueline de C. A. da Hora Santos
Coordenadora do Programa de
Evangelização de Crianças da JMN
Evangelizar a Nova Geração
Quando ouço
alguém perguntando sobre a real necessidade de evangelizarmos crianças, costumo
responder apresentando alguns dados que obtive por intermédio de pesquisas que
nos alertam sobre a situação atual da nova geração em nosso país:
• 33 milhões
de crianças até 9 anos de idade e 21 milhões entre 12 e 17 anos.
• 18 mil
casos por dia de violência, 80% dos casos cometidos por parentes próximos.
• Na década
de 90 a iniciação no tráfico era aos 15 anos.
Em 2000 caiu
para 12 anos e, apesar de não termos muitos dados oficiais atualizados, sabe-se
que a partir de 2000 cada vez mais cedo as crianças se iniciam no mundo das
drogas, seja vendendo ou consumindo.
• Em 75
cidades com mais de 300 mil habitantes foram identificadas 24 mil crianças nas ruas.
Os estados campeões nestes números são Rio, São Paulo, Bahia e Paraná.
• 41% das
crianças de 6 a 24 meses são desnutridas.
• Área educacional— Existem milhares de crianças analfabetas ou
semianalfabetas, sem acesso à instrução que possa lhes abrir portas para um
desenvolvimento intelectual, mesmo com todas as leis que obrigam crianças em
idade escolar a estarem matriculadas.
• Área familiar— É crescente o número de crianças inseguras por
causa dos desajustes familiares e da ausência dos pais na sua formação. Muitas
crianças acabam vivendo a maior parte do dia em escolinhas, creches ou com
parentes. Alie-se a isto a falta de uma disciplina
sadia e
dentro dos preceitos bíblicos e temos a “receita” para fazer surgir uma geração
rebelde.
• Área psicológica— Há estatísticas assustadoras que mostram
quantas crianças vivem perturbadas pelas
ameaças,
humilhações e privações de ordem emocional.
• Área religiosa— Há um número grande de crianças enredadas nas
malhas das religiões e seitas, nas quais a salvação depende das boas obras e do
esforço pessoal, ou em que o ocultismo, a feitiçaria e a superstição estão
presentes.
• Área sexual— Atualmente, milhões de crianças vivem humilhadas, sendo levadas
a participar de práticas eróticas, exploradas no comércio da prostituição e
usadas na indústria da pornografia. O estupro e o abuso
sexual são
experiências traumáticas que deixam duradouras marcas.
• Área social— Quantas crianças, abandonadas pelos pais e pela sociedade,
perambulam pelas ruas das principais cidades?
Ressaltamos
que uma em cada 16 crianças morre antes de completar 5 anos de idade, muitas
vezes por doenças que poderiam ser prevenidas.
• Área trabalhista— Em muitos lugares, as crianças são exploradas,
sem garantia de emprego, sendo
submetidas a
jornadas excessivas de trabalho em atividades das mais penosas e difíceis,
algumas até ilegais. Há crianças que ficarão com a saúde irremediavelmente
afetada devido aos trabalhos que realizam.
Diante de
toda esta realidade, como podemos agir?
Não podemos
simplesmente fechar os nossos olhos e ignorar a realidade das crianças.
Precisamos, mais do que nunca, compartilhar as boas novas do evangelho, que é
capaz de transformar o presente e futuro de nossas
crianças. E
crermos que uma criança salva por Jesus terá uma vida inteira para serví-lo.
De que forma
podemos mudar este
triste quadro
apresentado?
Apresente a
mensagem da salvação às crianças de forma clara, direta e objetiva, observando
as características infantis. Realize estudos bíblicos para crianças, campanhas
de evangelização, visitação, Tarde Alegre, EBF, etc. Promova oportunidades em
que a mensagem da salvação em Cristo seja anunciada.
Faça o apelo
enfatizando a decisão pessoal, evitando jogos de emoção. Converse com as
crianças que responderem ao apelo para perceber o motivo pelo qual elas o
fizeram. Verifique se o que as levou a esta resposta foi uma decisão pessoal ou
alguma outra influência.
Aconselhe a
criança que aceitou Jesus esclarecendo que ela não precisa aceitá-lo mais de
uma vez. Mostre a
ela o quanto
Jesus fica feliz quando alguém reconhece que precisa dele para viver como amigo
de Deus.
Visite os
pais e converse com eles sobre a decisão que a criança tomou. Mostre a eles o
quanto isso é valioso
para toda a
vida. Incentive-os a respeitar a decisão da criança.
Preencha uma
ficha com os dados importantes para fazer o acompanhamento da criança.
E depois?
Inicie
imediatamente o discipulado, utilizando materiais adequados. Sugerimos O que Jesus Deseja que Você
Faça para Crianças, Viver
com Jesus (crianças alfabetizadas)
e A criança de Jesus (crianças
não alfabetizadas).
Todos estão
disponíveis em Missões Nacionais.
Ore pelas
crianças e com as crianças. Ensine-as a confiar em Deus por meio da oração.
Incentive-as
a compartilhar com seus colegas sobre a decisão que tomaram, convidando outros
para conhecerem Jesus.
Prepare-se
para receber muitas crianças, pois elas têm uma facilidade grande para alcançar
novos amiguinhos,
falando
daquilo que aprenderam.
Portanto,
seja criativo na apresentação da mensagem, pois aquelas que participarem da
primeira voltarão
trazendo
outros colegas. Que Deus nos ajude a cumprirmos com excelência nossa missão.
Que sua infinita graça nos fortaleça no desafio de ganharmos as crianças deste
imenso Brasil para Jesus.
Estamos
juntos nesta tarefa!
Escreva-nos
contando sua experiência, compartilhando seus testemunhos, enviando suas
sugestões. Envie seu
e-mail para
criancas@missoesnacionais.org.br e conheça o mais novo material para auxílio na evangelização
de crianças, o Kit “O Grande Amigo”.
Missões Mundiais
Zarma, um
povo não alcançado no Níger
Os zarmas
do Níger precisam ser alcançados pelo Evangelho
Willy Rangel – Redação de Missões Mundiais
Na aldeia de Kirtache, no sul do
Níger, a comunidade local vive uma dura realidade. A maioria dessas pessoas é
da etnia zarma, um povo ainda considerado não alcançado, mas o casal Josué e
Kely Pacheco, de Missões Mundiais, já está testemunhando o evangelho de Cristo
a eles.
A região onde nossos missionários
atuam é bastante isolada, o que torna muito mais complicada a missão de
anunciar a salvação em Jesus.
É ao longo de um rio que vivem as
pessoas, “completamente isoladas de qualquer contato com o evangelho”,
conta o pastor Josué.
Pouco tempo atrás, um líder zarma
convidou os missionários para mostrar-lhes os desafios sociais da região.
Durante cinco horas e sob um sol escaldante, o líder zarma, os missionários
brasileiros e outras seis pessoas desceram o rio para conhecer melhor o local e
se encantaram com a beleza do lugar, com elefantes vivendo livres na savana e
hipopótamos.
“Mas algo que cortou nosso coração
foi o fato de vermos tantas aldeias ao longo do rio, tantas pessoas que nos
cumprimentavam amistosamente, sorrindo e alegres com nossa passagem, que
estavam completamente isoladas de qualquer contato com o evangelho”, relata o
missionário. “Nesta longa viagem a esses locais, onde
o acesso é de grande dificuldade,
aquelas milhares de pessoas que ali vivem não tinham ninguém que pudesse
refletir a luz de Cristo para elas”,
acrescenta.
“Enquanto o líder nos apresentava os
desafios sociais do seu povo, podíamos ver o desafio espiritual de vidas
que não têm o privilégio de conhecer
a verdade”, destacou o pastor Josué. Uma das maiores dificuldades apresentadas
pelo líder dessa aldeia tão isolada era o fato de as crianças dali terem de
deixar a localidade após
completarem o ensino primário, pois
ali não há escolas.
“A resposta de Deus a este desafio
foi nos levar a desenvolver o projeto Educando para a Vida, que já tem
abençoado essas crianças”, diz o pastor Josué.
Além de oferecer reforço escolar e
alimentação a essas crianças, o principal objetivo do Educando para a Vida é
compartilhar o amor de Deus com os pequeninos e suas famílias através do
testemunho dos missionários, ampliando o respeito da comunidade local com uma
iniciativa de referência e valor para a sociedade.
O pastor Josué resume em poucas
palavras a missão de testemunhar o evangelho de Cristo aos zarmas, um
povo ainda considerado não
alcançado: “Olhando humanamente para este desafio, com tantas dificuldades
para alcançar um número tão grande
de pessoas em locais tão remotos, ele se torna quase impossível de ser vencido.
Contudo, quando olhamos pelos olhos
da fé, sabendo que a obra é feita pelo poder do Espírito, nós cremos que o
impossível vai acontecer e que Deus fará maravilhas alcançando vidas naquela
região, trazendo salvação transformadora do presente e do futuro daquelas
pessoas”.
FONTE: O JORNAL BATISTA (MISSÕES MUNDIAIS)
É o Amor que Transforma
Conexão Haiti, outubro de 2012
Eliana Moura – Redação de Missões
Mundiais
Sonhar os sonhos que não são seus:
mais do que altruísmo, serviço. Missões Mundiais trabalha com pessoas que
servem porque não sabem viver de outra forma, a não ser servindo, amando. É
assim que, como igreja de Cristo, podemos agir em sociedade crendo no que
cremos. Entramos na história de alguns, de muitos, de um povo.
Setores como o Conexão Voluntários em Campo, Tour of Hope, Programa Esportivo
Missionário (PEM) e Com. Vocação JMM
Jovem que são pontes de amorcriam relacionamentos. Priscila Galrão, 28 anos,
carioca, administradora de empresas, viveu essas
pontes, percebendo que o sentido de existir estava em repartir o pão que é
“nosso” (Mt 6.11). Em seu cotidiano, a paixão que move seu trabalho é a mesma
que move o ministério: pessoas. Uma vida totalmente conectada à missão.
A Priscila participou do último intercâmbio
internacional do Com.Vocação JMM Jovem e conta: “Foram 15 dias de muito aprendizado.
Apesar de o Uruguai ser um país vizinho, a cultura é diferente. A adaptação a
isso também foi um aprendizado. Lá, Deus me ensinou que ele é Deus na minha
vida e que, quando ele usa a gente, não existe o ‘nosso eu’, o ‘nosso
conforto’. Existe, sim, a necessidade de quem está ao nosso redor”.
Mudar
o mundo é possível?
Sim. Se não acreditarmos na mudança,
não acreditamos no amor. Priscila nos ajuda a pensar sobre isso ao dizer que “é
possível mudar o coração das pessoas quando cada um cumpre a sua missão”. Ela
acrescenta: “Eu, sozinha, não consigo. Hoje, entendo que todos precisam
trabalhar juntos, segundo a sua vocação”.
Através do seu trabalho como
administradora, ela conta que pode ajudar as pessoas a encontrar oportunidades
onde não há recursos, tanto quanto a miséria, a fome, como também sobre as
questões da alma. Sua vocação se encontra com a sua missão ao, por exemplo,
incentivar o talento de alguém.
“Compartilhar o que aprendemos, tanto
nos bancos da escola como nas experiências da vida é um ato de amor.
Agregamos valor à vida do outro e,
desta forma, ele tem as mesmas possibilidades que nós”, diz a voluntária.
Ser
voluntário
Voluntário não é algo que passamos a
ser quando vamos ao campo missionário.
É o que somos antes de ir, porque nos envolvemos
– oramos, mobilizamos, vamos e ofertamos. Vemos os milagres de Deus acontecerem
enquanto participamos do que ele faz. Conectar palavras como fé, missão,
voluntariado, serviço, amor e vocação é escrever uma história de vida. A sua
história de vida, que pode ser mais do que um projeto para si mesmo. É o amor
que transforma.
FONTE:
O JORNAL BATISTA (MISSÕES MUNDIAIS)
terça-feira, 21 de maio de 2013
NOTÍCIAS DO CAMPO
Cristão é detido em Aceh por pregar aos muçulmanos
20 mai 2013Indonésia
45ª nação na
Classificação de países por perseguição, na Indonésia a Constituição
reconhece a liberdade religiosa e o governo geralmente a respeita. Com a
maior população islâmica do mundo, as autoridades se veem obrigadas a
atender aos desejos das entidades e líderes islâmicos
Terça-feira
(14), Andy * um obreiro cristão em Sumatra, Indonésia, foi detido por
24 horas, pela polícia da província de Aceh, sob a acusação de propagar
falsos ensinamentos entre os muçulmanos. O advogado de Andy levou a
situação a um oficial cristão da mesma província que conseguiu sua
soltura, porém, as acusações só seriam retiradas sob a condição de que
ele deixasse a cidade. Por razões de segurança, Andy transferiu-se de
Aceh. A organização missionária com a qual ele está vinculado o ajudou
nesse processo.
A região onde Andy trabalhava é conhecida por
ser a base de um movimento de independência da província, que quer
romper relações com a Indonésia. Embora a influência da
ideologia tenha diminuído, ainda existem fragmentos do movimento. A Sharia (lei islâmica) é rigorosamente aplicada em Aceh; por isso, a evangelização e a conversão ao cristianismo é legalmente punível.
*Nome alterado para a segurança do cristão.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag
FONTE: MISSÃO PORTAS ABERTAS
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