quinta-feira, 23 de maio de 2013



Missões Mundiais

Zarma, um povo não alcançado no Níger
Os zarmas do Níger precisam ser alcançados pelo Evangelho
Willy Rangel – Redação de Missões Mundiais

Na aldeia de Kirtache, no sul do Níger, a comunidade local vive uma dura realidade. A maioria dessas pessoas é da etnia zarma, um povo ainda considerado não alcançado, mas o casal Josué e Kely Pacheco, de Missões Mundiais, já está testemunhando o evangelho de Cristo a eles.
A região onde nossos missionários atuam é bastante isolada, o que torna muito mais complicada a missão de
anunciar a salvação em Jesus.
É ao longo de um rio que vivem as pessoas, “completamente isoladas de qualquer contato com o evangelho”,
conta o pastor Josué.
Pouco tempo atrás, um líder zarma convidou os missionários para mostrar-lhes os desafios sociais da região. Durante cinco horas e sob um sol escaldante, o líder zarma, os missionários brasileiros e outras seis pessoas desceram o rio para conhecer melhor o local e se encantaram com a beleza do lugar, com elefantes vivendo livres na savana e hipopótamos.
“Mas algo que cortou nosso coração foi o fato de vermos tantas aldeias ao longo do rio, tantas pessoas que nos cumprimentavam amistosamente, sorrindo e alegres com nossa passagem, que estavam completamente isoladas de qualquer contato com o evangelho”, relata o missionário. “Nesta longa viagem a esses locais, onde
o acesso é de grande dificuldade, aquelas milhares de pessoas que ali vivem não tinham ninguém que pudesse
refletir a luz de Cristo para elas”, acrescenta.
“Enquanto o líder nos apresentava os desafios sociais do seu povo, podíamos ver o desafio espiritual de vidas
que não têm o privilégio de conhecer a verdade”, destacou o pastor Josué. Uma das maiores dificuldades apresentadas pelo líder dessa aldeia tão isolada era o fato de as crianças dali terem de deixar a localidade após
completarem o ensino primário, pois ali não há escolas.
“A resposta de Deus a este desafio foi nos levar a desenvolver o projeto Educando para a Vida, que já tem abençoado essas crianças”, diz o pastor Josué.
Além de oferecer reforço escolar e alimentação a essas crianças, o principal objetivo do Educando para a Vida é compartilhar o amor de Deus com os pequeninos e suas famílias através do testemunho dos missionários, ampliando o respeito da comunidade local com uma iniciativa de referência e valor para a sociedade.
O pastor Josué resume em poucas palavras a missão de testemunhar o evangelho de Cristo aos zarmas, um
povo ainda considerado não alcançado: “Olhando humanamente para este desafio, com tantas dificuldades
para alcançar um número tão grande de pessoas em locais tão remotos, ele se torna quase impossível de ser vencido.
Contudo, quando olhamos pelos olhos da fé, sabendo que a obra é feita pelo poder do Espírito, nós cremos que o impossível vai acontecer e que Deus fará maravilhas alcançando vidas naquela região, trazendo salvação transformadora do presente e do futuro daquelas pessoas”.

FONTE: O JORNAL BATISTA (MISSÕES MUNDIAIS)


É o Amor que Transforma
Conexão Haiti, outubro de 2012
Eliana Moura – Redação de Missões Mundiais

Sonhar os sonhos que não são seus: mais do que altruísmo, serviço. Missões Mundiais trabalha com pessoas que servem porque não sabem viver de outra forma, a não ser servindo, amando. É assim que, como igreja de Cristo, podemos agir em sociedade crendo no que cremos. Entramos na história de alguns, de muitos, de um povo.
Setores como o Conexão Voluntários em Campo, Tour of Hope, Programa Esportivo Missionário (PEM) e Com. Vocação JMM Jovem  que são pontes de amorcriam relacionamentos. Priscila Galrão,  28 anos,
carioca, administradora de empresas, viveu essas pontes, percebendo que o sentido de existir estava em repartir o pão que é “nosso” (Mt 6.11). Em seu cotidiano, a paixão que move seu trabalho é a mesma que move o ministério: pessoas. Uma vida totalmente conectada à missão.
A Priscila participou do último intercâmbio internacional  do Com.Vocação JMM Jovem e conta: “Foram 15 dias de muito aprendizado. Apesar de o Uruguai ser um país vizinho, a cultura é diferente. A adaptação a isso também foi um aprendizado. Lá, Deus me ensinou que ele é Deus na minha vida e que, quando ele usa a gente, não existe o ‘nosso eu’, o ‘nosso conforto’. Existe, sim, a necessidade de quem está ao nosso redor”.

Mudar o mundo é possível?
Sim. Se não acreditarmos na mudança, não acreditamos no amor. Priscila nos ajuda a pensar sobre isso ao dizer que “é possível mudar o coração das pessoas quando cada um cumpre a sua missão”. Ela acrescenta: “Eu, sozinha, não consigo. Hoje, entendo que todos precisam trabalhar juntos, segundo a sua vocação”.
Através do seu trabalho como administradora, ela conta que pode ajudar as pessoas a encontrar oportunidades onde não há recursos, tanto quanto a miséria, a fome, como também sobre as questões da alma. Sua vocação se encontra com a sua missão ao, por exemplo, incentivar o talento de alguém.
“Compartilhar o que aprendemos, tanto nos bancos da escola como nas experiências da vida é um ato de amor.
Agregamos valor à vida do outro e, desta forma, ele tem as mesmas possibilidades que nós”, diz a voluntária.

Ser voluntário
Voluntário não é algo que passamos a ser quando vamos ao campo missionário.
É o que somos antes de ir, porque nos envolvemos – oramos, mobilizamos, vamos e ofertamos. Vemos os milagres de Deus acontecerem enquanto participamos do que ele faz. Conectar palavras como fé, missão, voluntariado, serviço, amor e vocação é escrever uma história de vida. A sua história de vida, que pode ser mais do que um projeto para si mesmo. É o amor que transforma.

FONTE: O JORNAL BATISTA (MISSÕES MUNDIAIS)

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